A estudante que teve uma das mãos totalmente e outra parcialmente decepada em um ataque a foice ordenado pelo namorado e executado pelo cunhado diz que se fingiu de morta para se salvar da tentativa de feminicídio. O crime ocorreu na madrugada de 1º maio em Quixeramobim, no Ceará.
“Eu me fiz de morta. Eu realmente me fiz de morta”, relatou Ana Clara Oliveira ao Fantástico (TV Globo). Ela foi atacada pelo cunhado, Evangelista Rocha dos Santos, 34, a mando do namorado, Ronivaldo Rocha dos Santos, 40, dentro de casa. Evangelista pulou o muro e entrou pela janela da casa e desferiu golpes contra a jovem, que sofreu lesões graves nos braços, pernas, costas, rosto e pescoço. Do lado de fora, Evangelista gritava: “Pode matar”.
Delegado diz que agressor agiu até cansar. “Ele [Evangelista] desferiu tantos golpes na vítima que chegou a ter esgotamento físico”, disse o delegado Julio César Grelli Lobo à TV Globo.