O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou na última segunda-feira (1) a determinação para que a Polícia Federal comece a documentar e monitorar todas as marmitas fornecidas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão inclui o cadastramento das três pessoas responsáveis pelo fornecimento das refeições, que deverão assinar um termo de responsabilidade. Além disso, a Polícia Federal ficará encarregada de definir os horários de entrega e registrar a quantidade e a qualidade dos alimentos recebidos.
De acordo com informações fornecidas pela família de Bolsonaro, o ex-presidente segue uma dieta rigorosa sob orientação médica, devido a problemas de saúde. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou:
"“Ele precisa de uma alimentação especial por causa do fluxo intestinal, por causa das sequelas da cirurgia”,"
durante uma visita ao ex-presidente em 25 de novembro.
Com a medida, a fiscalização das refeições visa garantir a integridade da dieta do ex-presidente e possibilitar um acompanhamento mais rigoroso das condições alimentares a que ele está submetido.
O procedimento de fiscalização da alimentação de Jair Bolsonaro será acompanhado pela Polícia Federal, mas ainda não há prazos definidos para a implementação das novas diretrizes de entrega e registro das marmitas.